PHIL COLLINS

PHIL COLLINS

NOS 80 ANUNCIOU NOVA TURNÊ COM A BANDA GENESIS EM 2020 E TEM INVESTIDO NO LANÇAMENTO DE VERSÕES REMASTERIZADAS DE SUAS OBRAS

Nascido em Londres, no dia 30 de janeiro de 1951, Phil Collins ganhou sua primeira bateria aos cinco anos de idade. Filho de Greville Philip Austin – um agente de seguros – e June Winifred Strange – uma agente teatral –, um dos maiores artistas solo dos anos 1980 cresceu dividido entre performances em canais de rádio e televisão, e alguns trabalhos como ator.

Aos treze 13 anos, começou a ter aulas de atuação profissional em uma escola de teatro independente onde sua mãe havia fundado uma agência de talentos juvenil. Seu primeiro papel importante viria em 1964, quando participou de duas rodadas do musical londrino “Oliver!” interpretando o personagem Artful Dodger – líder da gangue de crianças criminosas que fizeram parte da história escrita por Charles Dickens em meados do século XIX.

No mesmo ano, Collins também fez uma participação especial em “A Hard Day’s Night” ou “Os reis do iê iê iê”, título em português do longa-metragem dos Beatles responsável por tornar a banda mundialmente conhecida à época. Mas, apesar do início de uma carreira de ator, Collins nunca pretendeu segui-la profissionalmente e, em pouco tempo – ainda que contra o desejo de seu pai –, deixaria a música tomar a frente de suas atividades.

Em 1969, já aos dezoito 18 anos, ele entrou para o grupo de rock psicodélico Flaming Youth. Depois de atuar como banda de apoio em uma turnê europeia, o grupo lançaria o álbum “Ark 2”, obra inspirada no pouso pioneiro de astronautas na Lua. O baixo número de vendas, no entanto, faria desse o primeiro e último disco da banda que, frustrada, se separaria em 1970.

Pouco antes de seu colapso, porém, o gerente da banda indicou Collins para ser um dos percussionistas que participariam da gravação de “All Things Must Pass”, música que deu nome ao primeiro álbum solo assinado pelo beatle George Harrison. A indicação levou o artista para tocar conga nos ensaios do famoso estúdio Abbey Road, mas sua participação acabou sendo excluída do produto final, ficando apenas na memória – Harrison só reconheceria a contribuição de Collins na edição remasterizada da obra, lançada em 2000.

Deixe uma resposta